Em construção permanente
Esta é a continuação do capítulo de
mesmo número no endereço abaixo
domingosejoanita.blogspot.com
Neste blog (Cont 1) a ênfase é na continuação do
Cap. Ascendentes de Joanna.
http://domingosejoanita.blogspot.com.br/2015/01/cap-5-ascendentes-de-joana.html
Neste blog (Cont 1) a ênfase é na continuação do
Cap. Ascendentes de Joanna.
http://domingosejoanita.blogspot.com.br/2015/01/cap-5-ascendentes-de-joana.html
Capítulo 5 Ascendentes de Joana seção 5.6–
Os Linden, Herman e
Ramming
(uma pesquisa em andamento)
Este Ramo de migrantes escandinavos, belgas e germânicos
ainda está sendo pesquisado mas algumas pistas importantes já foram colhidas.
Seu local de fixação foi o interior do Estado do Rio em Petrópolis Piraí, e
Barra do Piraí. Os registros paroquiais
de Petrópolis indicam que a origem migratória conhecida dos Linden é a cidade
histórica e centro de peregrinação de Trier. Esta é a mais antiga cidade da
Alemanha, tendo sido centro urbano – Augusta Treverorum - desde o Império
Romano, marcado pela Porta Nigra. Foi residência de vários imperadores como
Constantino – construtor de sua catedral- que ocupou o território da tribu dos Trevere,
convertendo-os ao catolicismo. Esta cidade teve importante contingente de
judeus convertidos ao luteranismo no século XIX. (Vem daí a tradição oral
familiar de que temos sangue judeu ou pelo menos de cristãos novos nas veias.
Informação que ainda requer comprovação documental) Sede também de um colégio
jesuíta, os migrantes desta cidade eram em geral cultos e bem educados. Próxima
de Bruxelas, Amsterdam, Paris e Luxemburgo no século XIX, Treveris era uma
cidade cosmopolita com habitantes de várias procedências. Anna Henriqueta, filha de mãe migrante de
Trier, esposa de José Pedro foi quem conviveu com Joanna intensamente. Até
mesmo depois do casamento da filha
convivência continuou e a ela confiou muitos documentos de família. Tradicionalmente
Joanna recorria ao suporte da mãe em Piraí ou Barra do Piraí para ter seus
filhos. No entanto Anna Henriqueta mesma nasceu e foi batizada no ninho dos
Linden, a família de sua mãe, em Petrópolis.
Anna
Henriqueta ( Linden) Raming, esposa de José Pedro Vianna, nasceu a 4/4/1847 e batizada a
20/11/1847 em Petrópolis ( S Pedro de Alcântara) sendo filha de João Henrique
Raming e Marianna Linden. Padrinhos Frederico Leuzinger e Anna Magdalena
Ahrens. Teve ao menos 4 filhos: Anna aos
35 anos de idade em 1882, Joanna aos 37 anos ( 14/01/1884), José aos 38 anos
em( Piraí 7/7/1885 Bap 24/6/1887) e Rita aos 40 anos de idade em 1887. Supõe-se
que Sezínio Raming Vianna seja o irmão mais velho, talvez nascido em 1880.
Curiosamente os Leuzinger voltaram a ser vizinhos nas década de 1950 a 1960 dos
Raming Vianna Meirelles na Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro e mais
tarde em Brasília reencontraram os
Quintella na década de 1980.
Certidão de
casamento de José Pedro e Anna Henriqueta (Lv 2 Fls 60 e 60v de SJ Baptista do Arrozal). Vide certidão abaixo.
O total recebido por Ninita foi de 1 conto e 690 Mil Reis.
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O comendador Breves - Rei do Café
Thiago Lourenço (orientado pr H Mattos) em sua tese de História na UFF intitulada : O Império dos Souza Breves nos Oitocentos explia a questão do testamento. Joaquim José tinha um irmão José (falecido 1879) e um Gerente de confiança D F Coutinho. Todos são citados no documento do legado testado a Ninita em 1884.
in verbis
Neste trabalho entende-se a origem do legado feito a Ninita que era herdeira de João Henrique Ramming um dos colonos alemães assentado com produtor nas terras dos Breves.
in verbis
Os colonos pequenos produtores, como alguns alemães residentes em Tomás, participavam da produção estimulados por José Breves quase sem escravos. José Breves já diversificava suas atividades produtivas. Isto viabilizou a geração de um pequeno empresariado que estava engrossando a classe média.
in verbis



Ressalte-se ainda que José Breves determinou em seu testamento a libertação de mais de 300 escravos e doou terras a eles na região.
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João LINDEN
João Linden é muito provavelmente o pai de Marianna Linden. Na certidão abaixo datada de 13 de outubro de 1847, redigida em latim, João Linden, viúvo de Susanna Hermann se casa com Elizabehta Hansen, filha de Pedro e Catharina Hansen prussianos do distrito de Zeller. Se for mesmo o pai (como tuto indica) Susanna Herrmann será a mãe de Marianna. Vide Assento da catedral de Petrópolis em latim abaixo.
Em 1853 João Linden novamente viúvo se casa com
Margaretha Schmitz. Na certidão abaixo, redigida em latim, se vê ainda que João Linden é filho legítimo de
Balthazar Linden e Anna Maria Linden e ela filha legítima de João Schmitz e
Margarete Schmitz. Os pais de ambos sendo designados como alemães. Neste mesmo
ano, a 26/10 uma irmã de João chamada Helena Linden (filha dos mesmos pais Balthazar e Anna Maria) se casa com
Alexandre Martins Alves.
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Heranca do Comendador Breves para Ninita (documentos do arquivo de Pirai)
Material garimpado por José Maria Campos Lemos
Para estimar em valores atuais o Mil Reis pode ser avaliado em R$ 36,37 de 2009 e o dólar americano valia R$1,78.
Réis é o plural do nome das unidades monetárias de Portugal, do Brasil e de outros países lusófonos durante certos períodos da história (singular: real). No Brasil, esta moeda foi substituída pelo cruzeiro em 5 de outubro de 1942, na razão de 1 cruzeiro por mil-réis então circulantes. A moeda era utilizada no país desde os tempos coloniais.
Conto de réis é uma expressão adotada no Brasil e em Portugal para indicar um milhão de réis (Rs 1:000$000 ou Rs$ 1.000.000)."Conto" deriva do latim computus, a conta dez vezes cem mil. Um conto de réis correspondia a mil vezes a importância de um mil-réis (Rs 1$000), sendo assim o real 1/1.000.000 de um conto de réis em representação matemática decimal atual.
Heranca do Comendador Breves para Ninita (documentos do arquivo de Pirai)
Material garimpado por José Maria Campos Lemos
Para estimar em valores atuais o Mil Reis pode ser avaliado em R$ 36,37 de 2009 e o dólar americano valia R$1,78.
Réis é o plural do nome das unidades monetárias de Portugal, do Brasil e de outros países lusófonos durante certos períodos da história (singular: real). No Brasil, esta moeda foi substituída pelo cruzeiro em 5 de outubro de 1942, na razão de 1 cruzeiro por mil-réis então circulantes. A moeda era utilizada no país desde os tempos coloniais.
Conto de réis é uma expressão adotada no Brasil e em Portugal para indicar um milhão de réis (Rs 1:000$000 ou Rs$ 1.000.000)."Conto" deriva do latim computus, a conta dez vezes cem mil. Um conto de réis correspondia a mil vezes a importância de um mil-réis (Rs 1$000), sendo assim o real 1/1.000.000 de um conto de réis em representação matemática decimal atual.
O total recebido por Ninita foi de 1 conto e 690 Mil Reis.
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O comendador Breves - Rei do Café
Joaquim José de Sousa Breves
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Joaquim José de Sousa Breves (São João Marcos, 1804 — Passa Três, 1889) foi um fazendeiro e militar da Guarda Nacional brasileiro, considerado o "Rei do Café" na época do Brasil Império. Foi o primeiro cafeicultor a receber tal apelido.[1]
Nasceu na Fazenda Manga Larga, sede da sesmaria de seu pai, o açoriano e capitão-mor José de Sousa Breves, que era casado com Dona Maria Pimenta de Almeida Breves, no município de São João Marcos, atual distrito de Rio Claro.
Foi feito comendador da Imperial Ordem de Cristo, oficial da Imperial Ordem da Rosa e coronel da Guarda Nacional pelo imperador D. Pedro II. Possuía terras que iam do litoral sul-fluminense até o sul do estado de Minas Gerais e que deram origem a diversas cidades nessas regiões, como as fluminenses Mangaratiba, São João Marcos, Rio Claro, Piraí, Engenheiro Paulo de Frontin, Barra do Piraí, Pinheiral, Mendes, Vassouras, Valença e Rio das Flores.
Casado com sua sobrinha Rita de Moraes Breves, filha dos barões de Piraí, O casamento naquele tempo era mais um negócio de família do que uma questão de sentimento. Casou-se com sua sobrinha, Maria Isabel de Morais Breves, filha dos barões de Piraí - José Gonçalves de Morais e Cecília Pimenta de Almeida Frazão de Souza Breves, sua irmã. O casal teve oito filhos: Cecília; Saturnina; Leôncia; Maria Isabel; José Frasão; Joaquim José; Rita; Mariquinhas.
Por nascimento e posição foi admitido no Paço como moço fidalgo da Casa Imperial. Em 15 de agosto de 1822 em São João Marcos, incorporou-se à comitiva regencial, como Guarda de Honra de D. Pedro, indo a São Paulo e Santos, na volta assistiu o grito da independência, no Ipiranga. Dos presentes que presenciaram esse fato histórico Sousa Breves foi o último a falecer. Membro da Guarda Nacional, como recompensa pela sua fidelidade ao Imperador D. Pedro I, também adquiriu o título de Comendador da Ordem da Rosa, um dos vários títulos honoríficos da Coroa. A partir daí ficou conhecido como "Comendador Breves".
Seu falecimento se deu na Fazenda da Grama, distrito de Passa Três, no mesmo município.
http://www.brevescafe.oi.com.br/it02.htmNasceu na Fazenda Manga Larga, sede da sesmaria de seu pai, o açoriano e capitão-mor José de Sousa Breves, que era casado com Dona Maria Pimenta de Almeida Breves, no município de São João Marcos, atual distrito de Rio Claro.
Foi feito comendador da Imperial Ordem de Cristo, oficial da Imperial Ordem da Rosa e coronel da Guarda Nacional pelo imperador D. Pedro II. Possuía terras que iam do litoral sul-fluminense até o sul do estado de Minas Gerais e que deram origem a diversas cidades nessas regiões, como as fluminenses Mangaratiba, São João Marcos, Rio Claro, Piraí, Engenheiro Paulo de Frontin, Barra do Piraí, Pinheiral, Mendes, Vassouras, Valença e Rio das Flores.
Casado com sua sobrinha Rita de Moraes Breves, filha dos barões de Piraí, O casamento naquele tempo era mais um negócio de família do que uma questão de sentimento. Casou-se com sua sobrinha, Maria Isabel de Morais Breves, filha dos barões de Piraí - José Gonçalves de Morais e Cecília Pimenta de Almeida Frazão de Souza Breves, sua irmã. O casal teve oito filhos: Cecília; Saturnina; Leôncia; Maria Isabel; José Frasão; Joaquim José; Rita; Mariquinhas.
Por nascimento e posição foi admitido no Paço como moço fidalgo da Casa Imperial. Em 15 de agosto de 1822 em São João Marcos, incorporou-se à comitiva regencial, como Guarda de Honra de D. Pedro, indo a São Paulo e Santos, na volta assistiu o grito da independência, no Ipiranga. Dos presentes que presenciaram esse fato histórico Sousa Breves foi o último a falecer. Membro da Guarda Nacional, como recompensa pela sua fidelidade ao Imperador D. Pedro I, também adquiriu o título de Comendador da Ordem da Rosa, um dos vários títulos honoríficos da Coroa. A partir daí ficou conhecido como "Comendador Breves".
Seu falecimento se deu na Fazenda da Grama, distrito de Passa Três, no mesmo município.
Referências
Thiago Lourenço (orientado pr H Mattos) em sua tese de História na UFF intitulada : O Império dos Souza Breves nos Oitocentos explia a questão do testamento. Joaquim José tinha um irmão José (falecido 1879) e um Gerente de confiança D F Coutinho. Todos são citados no documento do legado testado a Ninita em 1884.
in verbis
Neste trabalho entende-se a origem do legado feito a Ninita que era herdeira de João Henrique Ramming um dos colonos alemães assentado com produtor nas terras dos Breves.
in verbis
Os colonos pequenos produtores, como alguns alemães residentes em Tomás, participavam da produção estimulados por José Breves quase sem escravos. José Breves já diversificava suas atividades produtivas. Isto viabilizou a geração de um pequeno empresariado que estava engrossando a classe média.
in verbis
Ressalte-se ainda que José Breves determinou em seu testamento a libertação de mais de 300 escravos e doou terras a eles na região.
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João Linden é muito provavelmente o pai de Marianna Linden. Na certidão abaixo datada de 13 de outubro de 1847, redigida em latim, João Linden, viúvo de Susanna Hermann se casa com Elizabehta Hansen, filha de Pedro e Catharina Hansen prussianos do distrito de Zeller. Se for mesmo o pai (como tuto indica) Susanna Herrmann será a mãe de Marianna. Vide Assento da catedral de Petrópolis em latim abaixo.
Em 28 de
julho de 1849 João Linden (já com 40
anos) e Elisabetha batizam seu primeiro filho Theodoro nascido 7 de maio de
1849. Na certidão de batismo abaixo, redigida em latim, lavrada em Petrópolis (
S Pedro de Alcântara) vê-se ainda os nomes dos padrinhos Elizabetha Tapper e
Joseph Balder.(vide documento abaixo)
Ambos ainda tiveram um filho João Gustavo Linden em 1852.
Registros de
Matrimônios da Freguesia de São Pedro de Alcântara (PETRÓPOLIS-RJ), Imperial
Colônia de Petrópolis: LIVRO 1 - 269
dâo mais pistas desta família: Joaquim José Soares de Siqueira x Anna Maria Linden 2 setembro 1861 ele filho de José Joaquim
Soares e Florippes Maria de Jesus # ela com 18 anos filha de João Linden falecido (1855) e Isabel
linden de TRIER (Tréveris fundada no século I a.C.
como Augusta Treverorum, supostamente pelo próprio imperador Augusto) no
Mosel, na divisa Luxemburgo França. (kreisfreie
Stadt) ou distrito urbano (Stadtkreis). Pertenceu ao Dep Sarre na
França e ao estado de Renânia-Palatinado na Alemanha.
Nesta certidão registra-se o nascimento de um filho natural
de Margaretha Schmitz em 1861 em que ela declara já estar separada de João
Linden há oito anos, (sendo que ele faleceu segundo atestado de óbito em 1855
com 46 anos).
Óbito de João
Linden se dá conforme assento abaixo em 28.out.1855, colono alemão, casado
acometido de moléstia reinante à época. (Segundo Carlos Froes do IHP esta
moléstia era o surto de cólera-morbo que grassou na Baixada,mas que não
trouxe conseqüências calamitosas para Petrópolis, que não foi atingida em nível
tão drástico, mas vitimou algumas pessoas como João Linden).
João parece ter sido uma pessoa
alegre e cativante e segundo a tradição oral dos parentes integrou uma das
bandas da colônia de Petrópolis como a que se ilustra a seguir. Seus diversos
matrimônios mostram também que devia fazer sucesso entre as mulheres.
Na foto abaixo pode ser vista uma
grande parte da colônia a que os Linden pertenciam. Ambas as fotos foram
encontradas em péssimo estado nos arquivos de família e estão também expostas
na Casa do Colono em ponto grande e em bom estado de conservação.
João linden havia recebido o
prazo de terra 56 na Villa Imperial. Registro na Cia Imobiliária de Petrópolis
garante o aforamento do prazo de terra concedido por D. Pedro II e o
destino dado ao mesmo após a morte de João Linden, cujos herdeiros eram; ADÃO
LINDEN, ROBERTO LINDEN, THEODORO LINDEN E ANA MARIA LINDEN. O prazo de terra
ficava localizado na Rua do Imperador com esquina para a Rua Paulo Barbosa e
hoje pertence a família de Eduardo Simão. Marianna Linden Raming filha do primeiro casamento foi aparentemente deserdada.
No mapa abaixo vê-se a
localização do prazo de terra.
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\ Os Linden guardaram na memória um evento histórico que ilustra sua tenacidade e resiliência. Consta que eles descendem de uns habitantes de LINDEN na Bavária que escaparam de um massacre dos habitantes deste vilarejo. Em janeiro de 1634 está registrado pelo condestável do vilarejo que vinte soldados suecos vagavam por lá no tempo da guerra dos Trinta anos (1618 - 1648) no período da Intervenção Sueca numa campanha anticatólica de Gustavo Adolfo em que Suécia França e Holanda invadiram a Alemanha em combates contra o Império Austro - Húngaro dos Habsburgo. Este bando de suecos, isolados de seu exército, exigiram comida e vinho dos aldeões. Como lhes fosse negado o pedido, saquearam uma das trinta casas do vilarejo e estupraram a mulher do fazendeiro e se foram para o acampamento improvisado fora do vilarejo. No dia seguinte os aldeões emboscaram estes soldados despindo-os e tirando todas as suas posses, montarias inclusive. Estes soldados junataram-se a uma forca maior e levaram o caso ao condesrável que prendeu quase todos os moradores (alguns ancestrais desses Linden de Petrópolis escaparam na floresta). Esses descendentes afirmam que os que foram presos ou foram mortos pelos suecos, ou morreram de fome ou peste bubônica na cadeia, ou expulsos para outros lugares. O fato é que o povoado é descrito nos registros alemães como estando desabitado. Só em 1690 é que voltou a ter população, inclusive descendentes daqueles poucos que escaparam para a floresta. E que lá ficaram até migrarem para Trier no século XIX.
Esta guerra na verdade aproximou as famílias Ramming e Linden muitos séculos antes de virem ao Brasil, pela interação dos exércitos e populações da Alemanha Holanda, Áustria e Dinamarca.
A guerra dos Trinta anos teve quatro fases:
Revolta da Boêmia (1618-1625) Nobres Protestantes se rebelaram contra o Rei católico impoto peso Habsburgo.
Intervenção Dinamarquesa (1625-1629) o Rei protestante Cristiano IV da Dinamarca invade a Alemanha e é derrotado pelo gal Johann Tserclaes Graf von Tilly.
Intervenção Sueca (1630-1635)
Intervenção Francesa (16350 1648) /
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\ Os Linden guardaram na memória um evento histórico que ilustra sua tenacidade e resiliência. Consta que eles descendem de uns habitantes de LINDEN na Bavária que escaparam de um massacre dos habitantes deste vilarejo. Em janeiro de 1634 está registrado pelo condestável do vilarejo que vinte soldados suecos vagavam por lá no tempo da guerra dos Trinta anos (1618 - 1648) no período da Intervenção Sueca numa campanha anticatólica de Gustavo Adolfo em que Suécia França e Holanda invadiram a Alemanha em combates contra o Império Austro - Húngaro dos Habsburgo. Este bando de suecos, isolados de seu exército, exigiram comida e vinho dos aldeões. Como lhes fosse negado o pedido, saquearam uma das trinta casas do vilarejo e estupraram a mulher do fazendeiro e se foram para o acampamento improvisado fora do vilarejo. No dia seguinte os aldeões emboscaram estes soldados despindo-os e tirando todas as suas posses, montarias inclusive. Estes soldados junataram-se a uma forca maior e levaram o caso ao condesrável que prendeu quase todos os moradores (alguns ancestrais desses Linden de Petrópolis escaparam na floresta). Esses descendentes afirmam que os que foram presos ou foram mortos pelos suecos, ou morreram de fome ou peste bubônica na cadeia, ou expulsos para outros lugares. O fato é que o povoado é descrito nos registros alemães como estando desabitado. Só em 1690 é que voltou a ter população, inclusive descendentes daqueles poucos que escaparam para a floresta. E que lá ficaram até migrarem para Trier no século XIX.
Esta guerra na verdade aproximou as famílias Ramming e Linden muitos séculos antes de virem ao Brasil, pela interação dos exércitos e populações da Alemanha Holanda, Áustria e Dinamarca.
A guerra dos Trinta anos teve quatro fases:
Revolta da Boêmia (1618-1625) Nobres Protestantes se rebelaram contra o Rei católico impoto peso Habsburgo.
Intervenção Dinamarquesa (1625-1629) o Rei protestante Cristiano IV da Dinamarca invade a Alemanha e é derrotado pelo gal Johann Tserclaes Graf von Tilly.
Intervenção Sueca (1630-1635)
Intervenção Francesa (16350 1648) /












Os Linden guardaram na memória um evento histórico que ilustra sua tenacidade e resiliência.Consta que eles descendem de uns habitantes de LINDEN na Bavária que escaparam de um massacre dos habitantes deste vilarejo. Em janeiro de 1634 está registrado pelo condestável do vilarejo que vinte soldados suecos vagavam por lá no tempo da guerra dos Trinta anos (1618 - 1648) no período da Intervenção Sueca numa campanha anticatólica de Gustavo Adolfo em que Suécia França e Holanda invadiram a Alemanha em combates contra o Império Austro - Húngaro dos Habsburgo. Este bando de suecos, isolados de seu exército, exigiram comida e vinho dos aldeões. Como lhes fosse negado o pedido, saquearam uma das trinta casas do vilarejo e estupraram a mulher do fazendeiro e se foram para o acampamento improvisado fora do vilarejo. No dia seguinte os aldeões emboscaram estes soldados despindo-os e tirando todas as suas posses, montarias inclusive. Estes soldados junataram-se a uma forca maior e levaram o caso ao condesrável que prendeu quase todos os moradores (alguns ancestrais desses Linden de Petrópolis escaparam na floresta). Esses descendentes afirmam que os que foram presos ou foram mortos pelos suecos, ou morreram de fome ou peste bubônica na cadeia, ou expulsos para outros lugares. O fato é que o povoado é descrito nos registros alemães como estando desabitado. Só em 1690 é que voltou a ter população, inclusive descendentes daqueles poucos que escaparam para a floresta. E que lá ficaram até migrarem para Trier no século XIX.
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